Defesa do mestrado “’As meninas entraram para ficar’- corpos, marcas e narrativas: história(s) e disputas da Casa Nem”

Que corpos podem circular livremente pela cidade? 
Representação e apresentação.
Morada, mural e manifesto.
Inserção e proteção.
Impressão, casca e reflexo.
Território e campo de batalha.
Corpo (Borges, 2018, p. 47).

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lançamento do livro “Lugar de Fala” de Djamila Ribeiro, na Casa Nem, 2017 (Mídia Ninja).

Mais uma pesquisa de pós-graduação sobre gênero e cidade. Segunda-feira próxima, dia 15 de outubro de 2018 as 8h00, acontecerá a defesa da dissertação de mestrado “’As meninas entraram para ficar’- corpos, marcas e narrativas: história(s) e disputas da Casa Nem”, de Luiza Barbosa, pelo Programa de Pós-Graduação em Planejamento Urbano e Regional da Universidade Federal do Rio de Janeiro (IPPUR-UFRJ).
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Grupo de Estudos – SOBRE PRESENÇAS E AUSÊNCIAS: O FEMININO NAS ARTES

Guestpost (autoras convidadas): Valéria Garcia e Helena Rizzatti

 

Tratar da ação feminina no espaço artístico é uma missão inquietante, desafiadora e apaixonante. Foi durante as aulas das disciplinas História da Arte I e II, no curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de Ribeirão Preto, que a docente Profa. Dra. Valéria Garcia notou como o tema instigava as alunas, e alguns alunos, e começou a desenhar o tema central do grupo de estudos.  A pergunta motivadora foi: qual o espaço da mulher no mundo das artes?

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Roda de conversa: Gênero e Cidade na UFAL

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No dia 12/07/2018 (quinta-feira) acontecerá a roda de conversa “GÊNERO E CIDADE”, evento do Arquitetura e Prosa ☕ , no pátio da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal de Alagoas – UFAL, às 13h30.

Convidadas do evento mesa:

– Prof. Dra. Diana Helene (UNIGRANRIO), Arquiteta e Urbanista, especialista na área de Estudos Urbanos, Direito à Cidade e Gênero (e blogueira da Feminismurbana);

– Júlia Lyra, recém formada em Arquitetura e Urbanismo pela UFAL com estudos na área de Planejamento Urbano e Gênero (link para seu trabalho final de graduação “(Im)permanências e (in)seguranças da mulher na cidade: Pensando os espaços públicos a partir de uma perspectiva feminista no bairro da Jatiúca-Maceió/AL”).

Saiba mais acessando o instagram (@petarqufal), onde se encontram mais informações sobre o evento e as convidadas.

Debate: Espaços generificados e a resistência feminina na cidade

30743407_951308308361568_8405558178627977216_nNum contexto de discussões sobre a questão de gênero nos espaços urbanos, o LabCidade (FAUUSP) convida a urbanista Rossana Brandão Tavares, professora da Universidade Federal Fluminense (UFF), para um debate sobre “Espaços Generificados”. O termo nasceu de sua pesquisa sobre a apropriação do espaço pelas mulheres no morro da Providência, na zona central do Rio de Janeiro, apresentada na tese “Indiferença à diferença: espaços urbanos de resistência na perspectiva das desigualdades de gênero”.
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“Eu, arquiteta, faço greve no 8 de março de 2018” por Zaida Muxi

Repost de texto de Zaida Muxi no blog Fundación Arquia (Tradução: Diana Helene).

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“Eu não quero que as mulheres tenham poder sobre os homens, mas sobre si mesmas” Mary Wollstonecraft (1759-1797)

“Todas as desgraças do mundo provêm do esquecimento e do desprezo que até agora tem sido feito dos direitos naturais e essenciais de ser uma mulher” Flora Tristan (1803-1844)

8 de março1  é dia international das mulheres, na verdade da mulher, mas eu gosto de usar o plural, porque somos muitas e diversas, e, como vocês sabem existe uma convocatória mundial dos movimentos feministas para nós pararmos de trabalhar nesse dia, tanto na esfera do cuidado ou da reprodução como na esfera do trabalho remunerado ou da produção.

Sim, vou escrever sobre arquitetura e mulheres e porque estar em greve. Muitas pessoas em nosso grupo profissional pensam não haver diferenças entre homens e mulheres e, portanto, não seria necessário falar de gênero ou de mulheres, nem seria necessário, portanto, entrar em greve; mas eu considero que sim, é necessário, e tentarei dar alguns motivos.

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“Perspectivas de gênero no planejamento urbano” – Ana Falú

11174260_10204124563131452_4654102299804784068_oA militante feminista Ana Falú é uma das maiores referencias da América Latina nos estudos de Cidade e Gênero. Arquiteta e urbanista, se formou na Universidade Nacional de Tucumán, na Argentina; e fez doutorado em habitação social na Universidade Técnica de Delft, na Holanda. Seu campo de pesquisa e ação está no projeto e nas políticas urbanas e habitacionais com perspectiva de gênero. É fundadora da “Red Mujer y Hábitat de América Latina”, de CISCSA, da “Articulación Feminista Marcosur”, entre outras instituições pelo direito das mulheres. Ela foi ainda coordenadora do UNIFEM (hoje conhecido como ONU Mulheres), primeiro como representante da Região Andina e mais tarde do Brasil e Países do Cone Sul. Em 2013, ganhou o prêmio “Trayectoria Feminista” na Argentina.

Atualmente Ana Falú é presidenta, professora e pesquisadora em arquitetura e urbanismo na Universidade Nacional de Córdoba e diretora do INVIHAB – Instituto de Pesquisa sobre Habitação e Habitat. Atua como especialista em gênero para a União Iberoamericana de Municipalistas. É coordenadora e fundadora do UNI Habitat – UNI Gender Hub (rede de pesquisadoras associadas a temática de gẽnero pela UNI Habitat). Ela também atua como professora de diferentes cursos de pós-graduação em Planejamento Integrado, Cidades e Gênero, em Roma, Santiago, Buenos Aires, Barcelona, ​​Delft, Alemanha e em mais de 10 universidades latino-americanas.

Reproduzimos abaixo um vídeo-palestra no qual ela debate o planejamento urbano a partir de uma perspectiva de gênero, com ênfase tanto no direito à cidade como em quem tem direito a planejar essa cidade. Isto é, de que forma se pode incluir as mulheres no debate urbano, incorporando propostas e experiências de políticas urbanas da América Latina. Infelizmente a palestra está em inglês. Por esse motivo apontamos algumas questões que ela levanta a seguir.  Continuar lendo

Defesa do mestrado “A Cidade Na Perspectiva Do Gênero: As Políticas Públicas Urbanas 1990-2015”

Começamos o ano animadas: divulgando essa dissertação de mestrado super importante que será defendida na pós graduação do curso de Arquitetura e Urbanismo da UNICAMP. Somos muitas e cada vez maiores ❤

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Guestpost (autora convidada): texto de Camilla M. Sumi (Arquiteta, Urbanista e Pesquisadora – PATC – FEC | Habitares | UNICAMP)

Cartaz de divulgação da defesa. Figura: top of the world, silk tapestry. Artista: Billie Zangewa, 2013.

No dia 27 de fevereiro, terça-feira, às 9h30 acontecerá a defesa de mestrado A Cidade Na Perspectiva Do Gênero: As Políticas Públicas Urbanas 1990-2015 da arquiteta urbanista Camilla M. Sumi.

A partir da organização da literatura que aborda gênero e cidade, a pesquisadora apresenta algumas questões do campo político e do direito à cidade para identificar a inclusão do gênero nas políticas públicas urbanas, na perspectiva das mulheres – entendidas como todas aquelas que se reconhecem como tal: mulheres cisgêneros e mulheres transexuais – sendo a cidade de São Paulo objeto do estudo. Continuar lendo